Para o Domingo estava reservado o baptismo do João Almeida como membro do BTZ, pois o objectivo era efectuar o percurso do nosso “passeio” de 2007.
Mas o João demonstrou ter já o espírito do BTZ pois não se atemorizou com 2.000 metros de acumulado em 65 km’s.
Aqui claramente o João ainda não tinha tentado subir a subida do Presunto
A primeira grande surpresa acabou estava reservada para a mítica Subida do Presunto no Bando de Codes, que tem já um lugar na história do BTZ Mação, pois ainda estamos para conhecer o primeiro atleta a conseguir fazer a subida sem ser em versão passeio pedestre.
Convém dizer que até pela berma já o tentaram fazer.
A mítica subida do Presunto (para quem não conhece)
Ao chegarmos ao topo do Bando de Codes, percebemos que a paisagem compensa o esforço dispendido.
Aqui claramente o João já tinha tentado subir a subida do Presunto
Depois da descida para a aldeia do Castelo, nova subida, para o Bando de Santos.
Penso que o João se deve ter convencido de que esta subida seria fácil, pois não incluiria a parede que “escalámos” no nosso último passeio em Junho.
No entanto a parte mais técnica quando se abandona o alcatrão pela primeira vez deve ter-lhe lembrado que os Bandos nunca são fáceis de subir.
Após a reentrada no alcatrão a subida torna-se mais suave, e até ao novo miradouro do Bando a dificuldade reside essencialmente no quantitativo de km’s em subida.
No final da subida temos cerca de 1.100 metros de desnível acumulado, o que deve ter feito o João ficar desconfiado, sobre onde arranjaríamos cerca 900 metros até Mação.
A descida para São Gens é perigosa, e desde já ficou lançado o desafio de a fazermos em sentido inverso, pelo desafio que deve constituir.
Depois efectuámos a habitual incursão em trilho negro até ao Brejo Grande, em que verdadeiramente começamos a segunda parte da volta.
A descida para o Vale da Ribeira do Aziral é espectacular e a subida para os Degolados tem uma paisagem magnífica.
A Ribeira do Aziral
Após nova descida para o Aziral, a partir da estrada que segue para o Caratão, temos a passagem da Ribeira, onde, como é habitual molhámos os pés.
É o que dá estar muito tempo sem andar em Mação, ficamos meninos, não queremos molhar os pés
A seguir à Ribeira, nova subida para a Serra do Vale Grou, mas em no final da mesma nos apercebemos do que representa o Bando de Santos, e da diferença de altitude que existe entre os diversos locais por onde passamos.
O Bando de Santos (para quem não conhece)
A subida para o Vale de Coelho agora parece uma auto-estrada pois a Câmara Municipal tem andado a efectuar a manutenção aos estradões do concelho.
Ganha-se em acessibilidades.
Depois da passagem pelo Vale Coelho entramos numa das poucas partes rolantes do percurso e que após a descida para a ponte dos 3 arcos, nos leva à escalada final, para Mação, que foi feita já com alguma dificuldade, quer pelo esforço acumulado naquele dia, quer pelo acumulado do fim de semana.
Ao chegar a Mação, podemos finalmente dizer que o João Almeida passou o teste, e é a partir de agora um membro de pleno direito do BTZ.
2 comentários:
Mais uma boa razão para fazer BTT com o colega João Canas.
Depois dos belos trilhos, ainda somos presenteados com um post deste nível.
Obrigado amigo e força nas pernas para mais passeios,
Boas férias lá pelas aldeias históricas.
Abç
joão.almeida
Fico à espera da confirmação da alternativa com a presença de todos os membros do BTZ Mação.
.. e outros convidados ...
joão.Cannondale.almeida
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