segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Dia 1 – 31 de Agosto de 2008 – Castelo Novo – Idanha-a-Velha - Monsanto


61 km’s com 1.102 metros de desnível acumulado

Finalmente o dia tinha chegado….

A ansiedade por começar era grande, e após a foto de família, demos início à GR22 de 2008.


Da esquerda para a direita: Miguel, João, Ricardo, Ricardo Figueiredo, Sérgio e Raphael.

Os primeiros km’s desta etapa decorreram num misto de estradão de piso compacto e alcatrão, com passagem por Atalaia do Campo, Orca e Aldeia de Santa Margarida.


Ricardo Figueiredo, o nosso guia
Após esta última povoação o pó começou a fazer as suas primeiras aparições e como rolávamos com alguma velocidade tornava-se complicado e incomodativo seguir em pelotão compacto.

Esta primeira parte da etapa levar-nos-ia até Proença-a-Velha, onde almoçámos, num pequeno café no centro da aldeia.

A 1ª aparição do jersey do BTZ fora de Mação (um momento histórico, ou não)

O resto do grupo, na aproximação a Idanha-a-Velha, mas já com Monsanto no pensamento

Já com Monsanto em vista seguimos para Idanha-a-Velha, uma das aldeias históricas, onde efectuámos uma pequena paragem para reabastecimento e visitar o património histórico, nomeadamente o Lagar de Varas e um local de exploração arqueológica.

Lagar de Varas



A paragem não foi muito longa, dado que o calor começava a apertar, pelo que seguimos caminho, passando pela ponte romana sobre o Rio Pônsul.


Após Idanha-a-Velha, começámos a aproximação final a Monsanto, subindo de forma gradual, passando por eucaliptais e terrenos agrícolas, até às imediações da aldeia.

Monsanto em fundo, local onde terminava a 1ª etapa

Antes da escalada final o Miguel teve mais um furo estratégico, pois permitiu reagrupar o grupo e descansar um pouco, pois estava bastante calor.

Infelizmente estas bikes não crescem nas árvores

Momento do dia:

Na subida final, em calçada romana, para Monsanto o Sérgio seguiu com o Ricardo Figueiredo, durante a maior parte da subida, pois falou-se numas rodadas de cervejas para quem efectuasse a subida toda sem colocar o pé no chão.
Numa das últimas e mais difíceis curvas, o Sérgio resolveu desistir e passar a pedestre.
Esse foi o momento escolhido pelo Ricardo Figueiredo para meter o prato do meio e atacar o que faltava subir.

Aspecto da subida em calçada romana para Monsanto

A subida em calçada é bastante complicada, pois é simultaneamente técnica e fisicamente exigente. É necessário controlar a bike face aos constantes ressaltos provocados pelas pedras e ter capacidade física para manter uma velocidade relativamente elevada para ultrapassar os obstáculos.

A concentração do atleta na subida final

No final da etapa, tivémos a assistência técnica da Centralbikes. Bastante útil, o Miguel que o diga.

Após a conclusão da etapa efectuámos uma pequena visita ao resto da aldeia e principalmente ao seu Castelo, que proporciona uma visão espectacular sobre a zona circundante de Monsanto.
Ficam as imagens, sem mais comentários:





1 comentário:

Filipe disse...

Grande João!!!
É com grande orgulho que pertenço a um team (BTZ)onde um dos membros para além de ser um grande atleta, vai a todas... e sem medo!

Tal como no Tour... temos de arranjar um prémio da combatividade... e claro atribuir ao João Canas! O maior!!!!!

Algumas das fotos... sobretudo as de Monsanto deixaram-me àgua na boca...! Gostava de ir lá um dia.