domingo, 6 de julho de 2008

Porto de Mós - 06 de Julho de 2008



O BTZ Mação esteve presente na Taça Nacional de XC e DHI de Porto de Mós, não como participante, como é óbvio, mas como espectador.
Isto por culpa do nosso chefe de fila, Filipe, que prefere massacrar os restantes membros da equipa e convidados nas subidas dos Bandos, em vez de se meter com pessoal com o andamento dele.


O Campeão Nacional de SUB-23 de XC David Rosa que ganhou à geral


A convite do José Carlos e do Sérgio, desloquei-me à povoação de Figueiredo, junto a Porto de Mós, para assistir à prova de XC de elites, sub23 e juniores de XC e à 2ª manga de DHI, das respectivas Taças de Portugal.

XC:


Os gajos de Abrantes andam sempre pouco, se treinassem nos Bandos tinham mais andamento.



A prova de XC pode ser definida apenas numa palavra: Brutal!
O andamento é fortíssimo, pois parece que cada volta é a última.



O circuito, delineado numa encosta da serra, tinha zonas de alguma dificuldade técnica, principalmente as descidas e as subidas (com muita pedra solta) e uma longa recta em plano que permitia alguma recuperação do ponto de vista físico.

O André quando corre com pseudónimos de atleta consegue obter melhores classificações, ainda assim 19º lugar à geral não é nada mau.

Foi interessante ver em acção alguns dos melhores atletas nacionais de XC, pois sempre se aprende alguma coisa a ver a forma como eles abordam as zonas mais técnicas, a maneira como descem, como sobem, etc.



No que diz respeito à classificação final, acho que toda a gente que se esforça daquela maneira pode ser considerado um vencedor.



Em resumo: para ver pernas rapadas, prefiro as das mulheres.


O pelotão de júniores. Desta vez o Ricardo Marinheiro ficou em 2º.

Downhill:

A melhor definição da prova de Downhill é: os gajos são completamente doidos!

O local preferencial para a realização de provas deste tipo deveria ser junto aos Hospitais, de preferência com bons especialistas de ortopedia e de psiquiatria.
Apenas pude acompanhar a parte final do percurso, que ficava junto ao circuito de XC, mas que permitia avaliar o grau de sanidade mental dos participantes.

É assombroso e impressionante ver o sangue frio, coragem e loucura que é necessário ter para fazer aquilo que a maior parte dos pilotos faz.

Melhor do que as palavras, são as imagens que documentam o que se passou.
Espero muito em breve colocar aqui alguns vídeos que fiz com o telemóvel, para terem uma melhor compreensão do que significa fazer Downhill.

A prova foi ganha à geral pelo Emanuel Pombo, dado que o Cláudio Loureiro teve um furo na 2ª manga e não conseguiu melhorar o tempo da manhã.
Em femininas ganhou a Áurea Agostinho, com bastante avanço, e não apenas em termos de tempo.

Em resumo: mesmo com montes de tralha em cima, é preferível ver mulheres a fazer Downhill.

1 comentário:

Filipe Antunes disse...

O rapaz também escreve umas piadas...!!!!!! não sabia.

Só não entendo o 1º parágrafo...?

Tens futuro.....