Uma semana após a aventura na Serra o BTZ Mação tinha mais um desafio marcado, o regresso a Idanha-a-Nova, para a Maratona Internacional de Idanha.
Como já se começa a tornar habitual, os restantes membros do BTZ inscritos para esta prova acabaram por não marcar presença, pelo que me cabia a mim defender o clube.
De Samora Correia marcaram presença o José Carlos, o Hugo e o Tiago “King”, pelo que menos ao início tinha companhia.
A minha motivação para regressar a esta maratona era o de conseguir à terceira tentativa fazer a calçada romana de Idanha-a-Nova em cima da bike. Entretanto tinha 100 km’s pela frente, para fazer o “aquecimento”.
Esse aquecimento tinha o aliciante de ter belos trilhos e paisagens espectaculares, como só Idanha tem.
O início da maratona era feito pela calçada, mas a descer, para inspeccionar o “petisco” final que teríamos pela frente.
O tempo estava a ameaçar chuva, o que é estranho em Maio, e ainda me lembro do calor que apanhámos das duas vezes anteriores em que participámos nesta maratona.
Logo nos primeiros km’s, ainda no alcatrão, começou a chover, o que me deixou apreensivo, pois fazer 100 km’s a chuva não seria nada agradável.
Felizmente que a chuvada foi passageira.
No início não acompanhei o ritmo do Hugo, que ainda seguiu comigo até à entrada no trilho.
Logo de início pretendia seguir de forma mais calma, mas tinha como objectivo um tempo a rondar as 6h de prova.
A caminho da Zimbreira comecei a aumentar o ritmo, dado que o terreno era mais plano e dava para meter a talega durante grande parte do percurso. Infelizmente não consegui apanhar nenhum grupo que tivesse um ritmo interessante, ou apanhava pessoal a andar demasiado devagar ou depressa.
Depois da Zimbreira metemos direitos a Segura, com um percurso mais acidentado, a fazer lembrar-me a segunda edição desta maratona (mas em sentido inverso).
A passagem por Segura para mim foi rápida, dado que não parei no abastecimento, mas lembrei-me da última vez que ali tinha passado, com um calor terrível.
Por isso vai de descer para o Rio Erges, para apanhar o singletrack….
O singletrack do Erges merecia que se dedicasse um post.
Mas um post com uns 7 ou 8 km’s………
O início do singletrack era conhecido, técnico com muita pedra, e com muito pessoal a desmontar.
Foi pena, pois nalgumas zonas onde podia ter passado na bike, tive de passar a pé.
Após a zona técnica entrámos numa zona que não conhecia, sempre ao longo de uma vedação, em que bastava embalar e aproveitar a fluidez do trilho para seguir a boa velocidade.
O singletrack acabava após umas descidas muito inclinadas e com a passagem de uma ribeira, onde ia mandando um tralho dos grandes, pelo facto de querer passar por cima de umas ervas bastantes altas e que escondiam umas pedras perigosamente dissimuladas.
Com o final do singletrack, começava a aproximação a Salvaterra do Extremo, e isso significava subir.
Foram umas subidas primeiro em trilho e finalmente em calçada, que deram algum trabalho, mas que me permitiram começar a recuperar algumas posições.
Voltei a não parar no abastecimento, seguindo directamente para a famosa calçada romana que nos levaria a Espanha.
A calçada é uma das descidas mais técnicas que tive o privilégio de fazer, pois nalgumas partes vamos voando de pedra para pedra. A meio da calçada apanhei o José Carlos, que seguia mais devagar, o que é estranho, pois na época dele as estradas eram bem piores que as actuais.
Esta zona é espectacular, com o Castelo de Peñafiel e o rio Erges como cenário, mas se queremos descer em segurança não dá para tirar os olhos do chão.
A subida para Zarza agora está alcatroada, parece que eles também têm o Moita Flores deles.
A meio da subida vi o Tiago que já vinha a descer em grande velocidade.
Em Zarza, parei no abastecimento, pois precisava de água para a segunda parte do percurso, pois não iria parar até ao final.
A descida, foi feita em grande velocidade em direcção a Portugal, sendo que estranhei apenas apanhar o José Carlos na parte final da descida (parte inicial da subida para ele, mas mais tarde vim a saber que tinha tido problemas mecânicos).
O percurso após a reentrada no nosso país, era novamente de estradão, com umas subidas curtas e inclinadas, mas que davam trabalho.
Nesta fase apanhei boleia com um atleta do BTTCaldas que ia num ritmo semelhante ao meu, pelo que seguimos quase sempre juntos em direcção a Toulões.
Esta parte do percurso depois de passarmos junto a umas ribeiras, voltava a ter declives menos acentuados, pelo que dava para novamente meter um ritmo certo.
Depois de Toulões, seguimos para Alcafozes, onde já tivemos uma subida de respeito, longa mas felizmente não muito inclinada.
Após a passagem em Alcafozes, dirigimo-nos para a zona da Barragem de Idanha. Felizmente que esta parte do percurso era tendencialmente a descer, o que permitiu restabelecer algumas forças para as subidas finais.
O percurso entre a Barragem e Idanha era complicado, pois tinha 2 subidas bem razoáveis antes da calçada romana.
A primeira deles começa após a passagem do Rio Ponsul, mas no lado de baixo da Barragem, após uma descida rápida e interessante pela brita que existia no estradão e que dificultava a aderência. Nessa subida deixei para trás o grupo que se tinha ido aglomerando à medida que nos aproximávamos do final.
A segunda subida, quase toda em alcatrão é bem mais curta que a anterior, mas com umas inclinações terríveis. Penso que organização nos queira preparar para a subida em calçada….
Finalmente chegava o momento tão aguardado, a subida final em calçada.
Dado que tinha recomeçado a chover, o piso estava muito escorregadio, o que podia dificultar a aderência e por conseguinte o cumprimento da missão a que me tinha proposto.
No início da calçada o grupo que havia deixado para trás voltou a recolar, pelo que segui nas primeiras rampas com algum cuidado, para não ter de desmontar por causa de outro atleta.
A partir de meio da subida, já mais confiante, comecei a aumentar o andamento, deixando quase todo o pessoal para trás. A parte final da subida custou um pouco, mesmo à entrada da povoação, mas o desafio tinha sido superado, pelo que agora era só chegar à meta rapidamente, pois a chuva começava a intensificar-se.
Cheguei ao final com 6h15m na 149ª posição, cumprindo desta forma os 2 objectivos a que me tinha proposto.
Depois foi tomar banho e almoçar, no Recinto da Feira Raiana.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O nosso Portalegre - 1 de Maio 2010
Este ano, uma vez mais levantámo-nos cedo no primeiro sábado de Maio.
No entanto para variar, desta vez de Mação a equipa era constituída apenas por mim e pelo Chefe-de-Fila.
O Velhinho optou por ficar a treinar nas grades de minis….e o resto da equipa ficou em parte incerta…
Quando na A23 não virámos para o IP2 lembrei-me que este ano não íamos ao Portalegre.
Após 4 anos de presença consecutiva na Maratona de Portalegre, o BTZ Mação tomou a decisão de não participar neste evento este ano.
Parte do pessoal fartou-se de passar o Ano Novo em frente ao computador, outros estavam cansados de fazer o mesmo percurso todos os anos, outros há que preferem não desembolsar um valor tão elevado para participar num evento que não é tão interessante como outros que se realizam relativamente perto.
Consequentemente, o BTZ Mação optou por levar a cabo mais um dos seus eventos “desorganizados”.
O cenário escolhido foi a Serra da Estrela, sendo o desafio colocado aos convidados efectuar a 1ª etapa do Geo Raid Serra da Estrela de 2009.
Depois da chegada às Penhas da Saúde, iniciámos os preparativos para o arranque, embora o tempo não estivesse com boa cara, pois estávamos literalmente nas nuvens.
No entanto para variar, desta vez de Mação a equipa era constituída apenas por mim e pelo Chefe-de-Fila.
O Velhinho optou por ficar a treinar nas grades de minis….e o resto da equipa ficou em parte incerta…
Quando na A23 não virámos para o IP2 lembrei-me que este ano não íamos ao Portalegre.
Após 4 anos de presença consecutiva na Maratona de Portalegre, o BTZ Mação tomou a decisão de não participar neste evento este ano.
Parte do pessoal fartou-se de passar o Ano Novo em frente ao computador, outros estavam cansados de fazer o mesmo percurso todos os anos, outros há que preferem não desembolsar um valor tão elevado para participar num evento que não é tão interessante como outros que se realizam relativamente perto.
Consequentemente, o BTZ Mação optou por levar a cabo mais um dos seus eventos “desorganizados”.
O cenário escolhido foi a Serra da Estrela, sendo o desafio colocado aos convidados efectuar a 1ª etapa do Geo Raid Serra da Estrela de 2009.
Depois da chegada às Penhas da Saúde, iniciámos os preparativos para o arranque, embora o tempo não estivesse com boa cara, pois estávamos literalmente nas nuvens.
A primeira descida em trilho
Os primeiros km’s foram efectuados em alcatrão, em direcção ao Centro de Limpeza de Neve, em Piornos.
Ao entrarmos no trilho verificámos que o Inverno rigoroso que tivemos este ano, tinha deixado a sua marca, pois o trilho estava bastante degradado.
Nas primeiras descidas o pessoal teve de desmontar algumas vezes, e houve algumas quedas, felizmente sem consequências.
O Filipe e o Tiago posando para a foto no Vale Glaciar de Manteigas
O tempo começou a melhorar à medida que íamos baixando na altitude e aproximando de Manteigas.
A descida para Manteigas é longa, com o início em alcatrão e com uns cotovelos na parte de trilho que são espectaculares.
Nesta descida tivemos a primeira paragem, pois o João Nunes teve um furo que obrigou a equipa de assistência técnica a entrar em acção.
Making of de uma foto ao Miguel Rato
Na paragem, o José Carlos finalmente ficou a conhecer o Miguel Rato, e percebeu que é impossível estar ao pé dele mais de 1 minuto sem estarmos a rir.
Após a descida, em São Gabriel, começava a primeira subida digna desse nome da etapa, sem que antes o Chefe de Fila tentasse eliminar a concorrência, levando o Hugo pela segunda vez ao tapete.
O pelotão na primeira grande subida do dia
Os primeiros 3 km’s da subida são os mais complicados, com algumas rampas de inclinação significativa. Felizmente como vamos devagar podemos ver com calma a paisagem que nos circunda.
Hugo, Miguel e João numa "pequena" paragem
Após essa fase, o terreno fica menos inclinado e entramos num bosque lindíssimo, em que temos um tecto de árvores (pinheiros, carvalhos, etc).
O bosque no final da primeira subida do dia
Vista sobre Manteigas
Vista sobre a zona do Poço do Inferno
Na Cruz das Jogadas iniciamos a descida para o Covão da Ametade e para a Senhora da Assedasse, e circulamos alguns km’s junto às margens do Rio Mondego.
Esta fase da etapa, até pela altura do ano, foi das mais bonitas pelo cenário espectacular.
Esta fase da etapa, até pela altura do ano, foi das mais bonitas pelo cenário espectacular.
Rio Mondego
O Vale onde passa o Rio Mondego
Após uma paragem para reabastecimento, seguimos por uma zona agrícola, onde começava mais uma subida, para o Casal das Pias e Jogo da Bola. A fase inicial da subida tem uma inclinação bem razoável, onde o Nuno Vicente resolveu repetir a dose, pois fartou-se de esperar pelo resto do pessoal.
O Nuno Vicente demonstra, apesar de se ter iniciado no btt há pouco tempo, um andamento impressionante, que o tem levado a ter excelentes prestações nalgumas maratonas que se disputam no distrito de Santarém.
Obviamente que o BTZ Mação resolveu logo dar-lhe umas tácticas para lidar com algumas das estrelas do btt da nossa zona.
Antes de passarmos no Jogo da Bola fomos confrontados com uma situação bastante lamentável, pois o José Carlos resolveu fazer um número de exibicionismo que eu me escuso a comentar neste blog. Apenas posso dizer que ficamos todos traumatizados.
Perto do Jogo da Bola, a caminho da Santinha
Na passagem no Jogo da Bola o Tiago ficou muito mais descansado, pois como por magia o GPS indicava que a distância para o final era agora apenas de 47 km’s, quando uns metros antes indicava 70 km’s.
O ano passado devido às condições atmosféricas a organização optou por encurtar a etapa, poupando a longa subida de Linhares da Beira.
No Jogo da Bola começava a aproximação à subida da Santinha, que era o ponto alto do percurso e que nos permitia vislumbrar a zona a oeste da Serra, com Gouveia, Folgosinho e Linhares.
A subida para a Santinha tem cerca de 5 km’s e é das mais desafiantes que já fiz, pois o terreno vai ficando mais complicado à medida que subimos, quer pela degradação do piso, que a transforma numa subida com exigência técnica, quer pelas rampas que vão aumentando de inclinação, quer pelo facto de perto do final não termos qualquer vegetação que nos proteja.
O início da subida à Santinha, ainda com floresta
A parte final da subida à Santinha
Segui com o Miguel Rato pois o resto do pessoal seguiu no seu ritmo.
Vista panoramica #1
Miguel Rato com a mania de bad boy
Na Santinha optámos por praticamente não parar, dada a ventania que se fazia sentir, pelo que seguimos pela cumeada em direcção à estrada Manteigas – Seia.
Vista panoramica #2
A cumeada da Santinha
Vista panoramica #3
Nesta parte do percurso tivemos um dos momentos mais complicados do dia, não pelo terreno, mas sim pelo facto de o Miguel Rato ter desafiado uns 5 cães da Serra da Estrela (que guardavam um rebanho enorme com que nos cruzámos) para uma corrida.
Acho que nunca vi o Rato a pedalar com tanta velocidade, e acho que quando alguém quiser fazer treinar umas séries e não tiver motivação, pode recorrer a este tipo de estímulo.
O encontro do pelotão com o rebanho
Aqui já o canídeo estava a fitar o Rato...
Antes de chegarmos ao Observatório Meteorológico das Penhas Douradas, perdemo-nos, dado que mesmo com GPS, o pessoal tem o hábito de inventar.
Ainda assim a coisa correu bem, pois ficamos a conhecer mais um local espectacular na Serra da Estrela.
Miguel Rato num bosque perdido na Serra
João Nunes também no bosque
Chefe de Fila
Nas Penhas Douradas iniciámos a longa descida para Manteigas, com cerca de 5 km’s.
A parte inicial da descida é em estradão, com cotovelos consecutivos onde ainda assim conseguimos seguir a alta velocidade. A vista sobre Manteigas é espectacular, pelo que aproveitei para tirar umas fotos.
Mais uma vista panoramica sobre Manteigas, desta vez das Penhas Douradas
Aspecto da descida para Manteigas
Após a passagem da estrada Manteigas-Seia, entramos numa parte em calçada que é brutal, não muito técnica e permite atingir velocidades significativas. No final da descida parámos para agrupar o pessoal e era um cheio a ferodo.
A descida em calçada para Manteigas
Em Manteigas começava a subida final para as Penhas da Saúde.
O início da subida era feito na margem esquerda do Zêzere em estradão.
Os cerca de 15 km’s de subida são relativamente suaves após as primeiras rampas, mas o cansaço acumulado faz mossa.
O início da subida era feito na margem esquerda do Zêzere em estradão.
Os cerca de 15 km’s de subida são relativamente suaves após as primeiras rampas, mas o cansaço acumulado faz mossa.
João Nunes na parte inicial da subida final
Após a passagem pelo Zêzere passámos para o alcatrão, para os 7 km’s finais da subida, cada um meteu o seu ritmo. Nesta fase segui com o Tiago que denotava já bastante desgaste.
O Zêzere no Vale Glaciar
Já perto do final da subida juntei-me ao Filipe e ao João Nunes, para depois seguirmos, finalmente a descer, para as Penhas da Saúde, onde terminámos esta longa jornada.
Descubram as diferenças nestas duas fotos:
Desculpa Tiago.....
O Modelo Rato....
O pessoal de Samora Correia teve de seguir logo para casa, pelo que não teve o privilégio de jantar na Pizzaria recomendada pelo Miguel Rato, que conhece bem aquela zona.
O comentário no final da refeição do Miguel para a Proprietária do Restaurante foi: “aposto que nunca visto 3 pizzas familiares a desaparecer com tanta rapidez”.
Aspecto do Vale Glaciar de Manteigas
Esta volta acabou por ser um bom treino para o GeoRaid da Serra da Estrela que se realizaria em Julho (ou seja no fim de semana passado).
Para além da dureza do percurso, tivemos o privilégio de estar com alguns amigos e de conhecer a Serra da Estrela de uma forma mais profunda, passando em locais, que de outra forma dificilmente conheceríamos.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Rota da Água – Chão de Codes (Mação) - 18 de Abril 2010
Depois de um dia a pedalar, o que fazer no dia seguinte?
Pedalar. Mas em casa, em Mação.
A Rota da Água é um dos poucos eventos de btt organizados no concelho de Mação, pela mão da Associação Cultural e Recreativa de Chão de Codes, e muito particularmente pelo Vítor Marques que também é membro do BTZ Mação.
Nos últimos anos o BTZ Mação tem sempre marcado presença, pelo que este ano não foi excepção.
Desta vez estiveram presentes o Chefe de Fila, o Velhinho, o Vítor e eu.
O futuro do BTZ Mação também esteve presente, com os filhos do Velhinho.
Pedalar. Mas em casa, em Mação.
A Rota da Água é um dos poucos eventos de btt organizados no concelho de Mação, pela mão da Associação Cultural e Recreativa de Chão de Codes, e muito particularmente pelo Vítor Marques que também é membro do BTZ Mação.
Nos últimos anos o BTZ Mação tem sempre marcado presença, pelo que este ano não foi excepção.
Desta vez estiveram presentes o Chefe de Fila, o Velhinho, o Vítor e eu.
O futuro do BTZ Mação também esteve presente, com os filhos do Velhinho.
O futuro do BTZ Mação a ser perseguido por um canídeo......
A jornada da véspera tinha terminado de forma complicada, dado que tive um problema técnico com a bike. Felizmente tive o auxílio do Nuno Esteves, que me emprestou a bike dele, uma Cannondale Scalpel.
A Scalpel que tive o privilégio de andar neste dia
O dia amanheceu enfarruscado e a prometer chuva, pelo que ainda ia a pensar se o melhor não seria levar o chapéu-de-chuva.
Antes da partida tive oportunidade de falar com o pessoal do BTZ Mação e mais pessoal conhecido que se deslocaram a este passeio.
No Chão de Codes o tempo até estava melhor e não ameaçava chuva, pelo que após o verdadeiro start loop que efectuamos, com saída da aldeia e regresso ao local de partida, optei por parar para deixar o impermeável no carro.
O atleta à saída de Chão de Codes
O start loop é uma volta relativamente pequena, mas com duas subidas ligeiras, que começam logo a fazer mossa.
Apesar de a pulsação ir baixa, o ritmo que conseguia imprimir era baixo, pelo cansaço acumulado da véspera. Não que se tivesse descansado no sábado o ritmo fosse muito mais forte.
Depois de um singletrack no meio das hortas, que dá trabalho técnico e direito ao primeiro pedestre do dia, dado que com o piso molhado, as pedras têm tendência para ficarem escorregadias.
Já não bastava o Orlando....
Também o Velhinho....
O Vitor a mostrar como se faz....
A segunda parte do percurso é um autêntico carrossel, em que seguimos na direcção ao Cerro do Outeiro e invertemos o sentido, dirigindo-nos ao Bando de Codes, com subidas e descidas curtas e inclinadas.
Nesta parte o percurso tinha alguma lama, o que dificultava a progressão.
Nesta parte o percurso tinha alguma lama, o que dificultava a progressão.
O atleta no seu habitat natural: O Bando de Codes
A aproximação ao Bando de Codes era conhecida, pelo que comecei a antecipar uma subida terrível, pela extensão e pelas rampas que vamos tendo pela frente.
Nesta parte do percurso isolei-me de algum pessoal que se ia mantendo por perto, pelo que fiz a subida sozinho.
O atleta na subida do Bando de Codes
A meio da subida havia a separação das duas distâncias disponíveis neste passeio, pelo que ainda olhei para a placa dos 20 km’s, mas segui serra acima, já em alcatrão.
O pessoal perto do final da subida ao Bando de Codes
A descida do Bando de Codes era menos conhecida, que nos leva para a zona a norte da Aldeia d’Eiras.
O Vitor sempre a dar espectáculo.....
No final da descida passávamos o alcatrão e começávamos a aproximação ao Bando de Santos.
A subida ao Bando de Santos era bastante complicada, pelo que facto de ser muito longa, sendo que o abastecimento mais ou menos a meio cortava um pouco a dificuldade.
No alto do Bando de Santos
No início da subida, começou a chover, com grande intensidade, dificultando o andamento.
Nesta parte encontrei o Vítor, que estava a tentar resguardar-se da chuva debaixo de uns pinheiros, mas mais preocupado com o filho, que não devia estar a pedalar com esta intempérie.
Segui a solo até ao abastecimento, no Parque de Merendas do Brejo, onde finalmente pude resguardar-me da chuva e comer qualquer coisa.
Segui a solo até ao abastecimento, no Parque de Merendas do Brejo, onde finalmente pude resguardar-me da chuva e comer qualquer coisa.
Vista do Miradouro do Bando de Santos
Como bónus tive quase a fazer negócio para vendar a bike ao Nuno, mas achei melhor não me meter em confusões.
O atleta na passagem no alto do Bando de Santos
O resto da subida, até ao Miradouro do Bando de Santos foi feito num ritmo mais vivo, pois ainda passei por algum pessoal, que já se arrastava nas subidas.
Na descida para São Gens, complicada pela pedra solta e molhada, seguia a grande velocidade, surpreendido pela eficiência e eficácia da Scalpel, quando furei.
Bando de Santos
A bike tem feito tão poucos km’s que ainda tinha a câmara-de-ar de origem, sem líquido anti-furo.
Mais uma foto no alto do Bando de Santos
Após a troca, que tem vindo a ser periodicamente treinada nas bikes do pessoal, segui novamente a alta velocidade, pois a bike é realmente boa a descer.
O posto de vigia do Bando de Santos
A descida era bastante longa, pois no cruzamento de Santos voltávamos a apanhar o trilho para descer para a estrada do Castelo para Mação.
Esta parte final era quase toda em alcatrão.
No miradouro do Bando de Santos II
No entanto o que era negativo acabou por não ser tão mau, dada a chuvada que caiu.
O atleta no alto do Pereiro.
Neste dia parecia um modelo a posar para as fotos....
Neste dia parecia um modelo a posar para as fotos....
Após a finalização da prova, fui a Mação tomar o 3º banho do dia…..
O almoço foi tal como habitual bom, e na companhia de amigos, o que é sempre de registar.
Em resumo uma manhã bem passada a pedalar nos trilhos onde habitualmente pedalamos, na companhia de amigos e no final com um belo almoço…..
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