domingo, 12 de abril de 2009

Mação - 4 de Janeiro de 2009

Uma das primeiras voltas de btt do ano foi feita em Mação, com o Filipe e o Agostinho.
Foi um dia para descobrir uns trilhos novos e uma nova subidao ao Bando de Codes, que será revisitada quando o terreno secar.

Mais do que os comentários (até porque já pouco me lembro das incidências da volta) ficam as fotos.
No entanto, gostava de deixar a advertência aos leitores, pois algumas imagens podem ferir a susceptibilidade bttística dos mais sensíveis (e já irão perceber porquê):
O Velhinho no Bando de Codes

O Bando de Santos visto do Bando de Codes, junto à subido do Presunto

Uma vez mais o Bando de Santos


O Chefe de fila a descer o Bando de Codes, sempre a fundo!!!

O Velhinho a mostrar sempre a sua classe, não admira que já tenha uma legião de fãs


O Bando de Codes também merece uma foto

O Chefe de Fila agora na subida para o Bando de Santos

Vista no alto do Bando de Santos

Vista no alto do Bando de Santos (II)

A esta hora devem estar a perguntar se seriam as imagens dos Bandos que feririam a susceptibilidade de alguém. Pois devem achar que temos um "fetiche" com aquelas Serras.
A verdade é que as subidas aos Bandos já deixaram muita gente KO.
Mas para acabar com o suspense, e caso não tenham reparado nas fotos do Chefe de Fila, aqui fica a sua nova máquina de 2009:

Ainda aí pessoal a gastar rios de $$$$ a comprar bikes, quando podem ter um maquinão destes.
E garanto-vos que esta máquina tinha um sistema em que quando se travava a bike aumentava de velocidade.

2008 - O balanço da temporada do BTZ Mação


No final do ano (ignorem que este post está a ser feito em Abril) impõe se fazer um balanço, desta que foi a primeira temporada com alguma exposição mediática do BTZ, quanto mais não seja pela criação do blog e pelos jerseys.
Anteriormente ninguém sabia quem nós erámos, e hoje em dia, há que o dizer, ainda poucos sabem. Mas isso irá mudar.

Penso que falo em nome de todos os membros do BTZ Mação quando considero esta época como tendo sido positiva.
Ao nível do clube foi um ano muito importante, por duas razões.
Primeiro porque fizemos algumas contratações de enorme qualidade como o João Almeida e o Seabra.
Segundo porque finalmente conseguimos arranjar uns jerseys em condições, que nos permitem representar de forma condigna o clube.

Ao nível competitivo, tendo em atenção o amadorismo que grassa no BTZ, os “atletas” do clube estiveram em bom plano.
O ponto alto da temporada foi uma vez mais o Portalegre 100, pois quase todos os elementos da equipa apontam para essa prova um dos “pico” de forma.
O Chefe de Fila conseguiu, na sua primeira aparição na Meia Maratona, efectuar um lugar nos 100 primeiros (93º), eu fiz 179º e o Velhinho 507º. Não fosse o infortúnio do Orlando e teríamos os quatro terminado a missão a que nos propuséramos.
Na Sertã, desta vez foi o Velhinho que esteve ao mais alto nível, conseguindo terminar em 7º lugar (após uma celebre reclamação com a organização e a sabotagem do pedaleiro XTR do Chefe-de-fila).
O Orlando apostou em 2008 em Serpa e a mítica ultra-maratona de 160 km, onde conseguiu resistir ao massacre que representa fazer essa distância em btt.
O João Almeida após ter sido contratado no Verão mostrou que os membros mais velhos da equipa são os mais rijos e fez dois eventos míticos, ambos em trilho negro, a Estrela na Estrela e o Tróia Sagres (o mais difícil de sempre devido às condições atmosféricas).
Eu como é habitual efectuei um bom final de época, com boas classificações em Óbidos (46º) e Ponte de Sôr (19º).

Finalmente há que referir os membros do clube que passam o ano todo praticamente sem andar de bike, competindo isso sim nas actividades nocturnas, onde são verdadeiros campeões.
Mas não vou referir nomes, nem acusar ninguém, pois eles são bons naquilo que fazem.

Em relação ao meu ano de 2008, ainda me recordo da forma como começou e que a melhor prenda de aniversário que tive foi o início da fisioterapia.
Foi um passo muito importante na minha recuperação e apenas posso deixar um agradecimento à fisioterapeuta Catarina que me torturou em 25 suaves prestações e à restante equipa de fisioterapia do Hospital CUF Descobertas.

Foi um ano muito preenchido, no que ao btt diz respeito.
Consegui finalmente concretizar alguns desafios, dos quais destaco a primeira prova de 24H integrado na mítica equipa do BTT Trilhos da Lezíria (com o José Carlos, o Sérgio e o José Pereira) e aquele que para mim foi o maior de todos, a Rota das Aldeias Históricas (em que o Sérgio também participou).

No entanto, o mais importante, foi a possibilidade de pedalar novamente na companhia de grandes amigos, que vão desde o pessoal de Mação, de Santarém e Samora Correia.
Sinto-me um privilegiado em poder compartilhar os trilhos com todos vós, e fica o sentido agradecimento a todos sem excepção.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

27 de Dezembro - Mação - 1º Passeio de Natal do BTZ

O BTZ já nos habituou a eventos surpreendentes.
Desta vez, levámos a cabo o nosso primeiro passeio de Natal, numa altura do ano mais convidativa a eventos “dentro de portas”.

Como inovação desta vez, tínhamos o facto de o percurso não estar definido à partida, sendo construído à medida que fossemos pedalando.
A única certeza era de que o almoço seria, e foi, em Cardigos.

O Orlando ainda cheio de força, ou então a bike é muito leve.

Numa semana marcada pelo frio, o sábado amanheceu a prometer chuva, o que vinha complicar ainda mais a tarefa.
Uma vez mais, e como é habitual em Mação a partida teve de ser atrasada pois à hora marcada apenas o João Almeida estava presente.
O resto do pessoal continua a ter uma péssima relação com o despertador.

Orlando e Chefe de Fila orquestrando qualquer coisa

Depois de reunido o pelotão, bastante numeroso para os padrões de Mação (leia-se 6 pessoas, pelo que até se podem mencionar: Filipe, Agostinho, Orlando, João Almeida, Nuno Esteves e eu), iniciámos o passeio.
Para compensar tivemos uma baixa de última hora (o Sr. Gonçalo que uma vez mais ficou na cama e que não tem nenhum problema com despertadores, pois desconhece o conceito).

Sem comentários!!!!

Após a passagem pela Caldeirinha e a clássica descida para o estradão do Pereiro, seguimos para a zona do Castelo.

O Nuno Esteves, sempre bem disposto.


Devido às condições atmosféricas o percurso não passou pelos Bandos (coisa nunca vista num passeio do BTZ Mação e que atesta as condições de excepção daquele dia). O percurso até Santos foi feito por alcatrão.
A ligação entre Santos e a Lage já teve uma subida digna desse nome, finalmente em trilho, e que compensou parcialmente a ausência do Bando.
Até à Lage a paisagem foi prejudicada pelo nevoeiro, que não permitia desfrutar da vista sobre a Ribeira do Aziral e do Bando.

O Lago da Lage

Chegados à Lage, efectuámos uma pequena paragem, pois alguns elementos já tinham fome, pelo que fizemos um reabastecimento.

Quantas fotos são necessárias para conseguir tirar uma de jeito?

Ainda não ficou bem!

Nem à 3ª tentativa. O problema deve ser do fotógrafo.

Nessa altura começou finalmente a chover, pelo que seguimos direitos ao Frei João, contudo um engano no GPS levou-nos até à Sanguinheira do Carvoeiro.

Orlando complementado o abastecimento sólido, com alguma vitamina C

Nessa parte do percurso o João Almeida, que circulava na bike do Nuno Esteves resolveu arranjar um furo na roda dianteira, o que ditou uma paragem forçada.

Tipico. Enquanto dois trabalham, os outros limitam-se a ver.


João Almeida e Nuno Esteves a tentar reparar o furo.

No decurso dessa paragem, as condições atmosféricas agravaram-se, pois a chuva aumentou de intensidade e frio não abrandou.
Consequentemente tivemos de tomar uma decisão bastante difícil: ou regressávamos a Mação de bike e depois seguíamos de carro para Cardigos, ou então seguíamos de bike para o almoço e depois regressávamos a Mação.
A primeira votação ditou um empate, mas depois o Presidente, que acumula o cargo com o de chefe de fila desfez a indecisão. O destino era agora Mação, 20 km’s depois de termos começado a volta.

O Chefe de Fila a chamar a Assistência em Viagem?

O regresso decorreu de forma muito atribulada, pois a combinação de chuva e frio fez mossa nalgumas pessoas. As quais não vou nomear para não estigmatizar ninguém, pois a malta de Mação quer-se rija e não com queixas de está frio e ah e tal…

O momento alto do dia foi o almoço.
Devemos destacar a qualidade gastronómica do mesmo, que foi inegável, mas o mais importante foi termos conseguido juntar à mesa quase todos os membros do BTZ (o chefe de fila, o Velhinho, o Orlando, eu, o João Almeida, o Gonçalo e o Mário) e respectivas cônjuges (quando aplicável, pois ainda há alguma malta solteira no clube, pelo que fica esta nota à atenção das leitoras do blog) e mais alguns familiares.

Orlando @ lunch

Agora vinha a parte lamechas da crónica, pois os reencontros costumam levar a isso, mas desta vez vou poupar-vos a isso.
Após a despedida emocionada do Mário das pedaladas do BTZ, no Portalegre de 2007, ele voltou a estar connosco, não para pedalar, mas para dar ao serrote, ou não fosse ele o Molduras.

O Gonçalo apresenta uma folha de serviço, no que às pedaladas com o BTZ diz respeito, semelhante à do Mário, pois já nem me lembro da última vez que andou de bike connosco.
Foi porreiro estar novamente com eles, que se não fossem pessoas de alto nível não pertenceriam ao BTZ.

O regresso do Mário ao BTZ.

Gonçalo, Eu e João Almeida.

Em resumo, o almoço foi um excelente momento de convívio entre os membros do BTZ e as pessoas que mais se queixam que passamos muito tempo a andar de bike.
Penso que falo por todos os presentes, quando digo que espero que possamos realizar em breve um evento semelhante.

Com esta crónica encerrámos o ano de 2008, pelo que fica apenas a faltar um pequeno balanço das actividades do BTZ, nesta que foi a sua primeira época oficial.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

26 de Dezembro 2008 - Raposa


Nestas mini férias de Natal a actividade de btt não cessou.
Assim e à semelhança de outros dias, efectuei com o pessoal de Santarém (tanta vez negligenciado nestas crónicas) mais uma volta na zona das Fazendas de Almeirim.
Esta é a única zona na região de Santarém que durante o Inverno não tem lama ou barro. Na nossa margem do Tejo, o terreno fica bastante enlameado, com algumas partes de barro que são terríveis, pois desgastam o material e dificultam muitíssimo a progressão.

Desta vez o percurso começou na Raposa, poupando assim cerca de 15 km’s de alcatrão. Para compensar estava um nevoeiro cerrado e uma temperatura a rondar os 0 graus.
O pequeno pelotão saiu em direcção ao alto das Fazendas de Almeirim, com uma subida de cerca de 4 km’s, relativamente suave, que permitiu sair do nevoeiro e aquecer (que pelo esforço físico, quer pelo sol).
Seguimos depois para o Laranjal, local obrigatório de abastecimento de vitamina C, tão do agrado do Tiago, que desta vez estava ausente.

Nuno Lima e João Nunes no "Laranjal"


Uma das partes preferidas do percurso é descida para o Vale da Lama, que é muito rápida, com areia, compacta nesta altura do ano, permitindo atingir velocidades altas.

O início do regresso à Raposa foi marcado por uma subida muito inclinada, curta e com piso irregular, que dificulta muito a nossa tarefa, mas que é um desafio interessante.

João Nunes, na subida mais complicado do percurso

O percurso de regresso foi marcado por alguns problemas técnicos, que incluíram uma corrente partida numa subida mais inclinada.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Mação - 8 de Dezembro de 2008

Nos feriados de Dezembro, voltei a Mação, desta vez para fazer uma volta com o Filipe, dado que o resto do pessoal do BTZ estava de férias.
Foi uma volta de exploração de novos trilhos, na zona do Vale da Abelha e Ortiga.

Foi uma manhã bem passada, nalguns casos literalmente a inventar caminhos.
Mais importante que as palavras ficam as imagens e os respectivos comentários:

O Chefe de fila contemplando os nossos meios de transporte. Estão limpas, não estão? Principalmente os pneus.
A Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha
A passagem da Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha

A Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha


A Barragem de Belver, depois da descida da Torre Fundeira


O Tejo, junto à Ortiga


O Tejo visto da Ortiga


Ponto alto da volta: A Horta do Padeiro. Sem mais comentários...

Afinal as vacas estavam no prado. Não admira que a HP estivesse fechada e à venda

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Infantado - 23 de Novembro de 2008

Isto de não andar a fazer Maratonas e afins tem um lado positivo, que é o de termos tempo para fazer voltas mais calmas, a desfrutar dos trilhos e na companhia de amigos com quem nem sempre conseguimos pedalar.
Uma das descidas mais porreiras do percurso, bastante técnica
Assim, a convite do Aníbal desloquei-me ao Infantado (Loures), para fazer uma volta que prometia alguns dos melhores trilhos daquela zona.

O responsável por esta volta, o Aníbal

Foi em Loures, com o pessoal do Infantrilhos que eu aprendi muito do que sei hoje acerca do BTT. E ainda recordo, não propriamente com saudade, os empenos que apanhei lá há alguns anos atrás.
Vista sobre a Malveira e a Serra do Socorro, outro clássico das voltas de Loures
Vista para o lado de Loures

O Aníbal tem por motivos de falta de tempo deixado de andar de bike com tanta frequência, mas quando regressa, consegue mobilizar um autêntico pelotão de btt.
A foto do pelotão, desta vez com toda a gente.
Para o pessoal de Mação, calma, que eles aqui também têm uma Avessada.

O objectivo era seguir o percurso da volta de Lousa de 2008, à qual não compareci, pois nesse dia fiz a Maratona da Moçarria. Se soubesse o que sei hoje…

O percurso percorria alguns trilhos que já conhecia de outras voltas, mas fizemos 3 singletracks de alto nível, todos em descida.
Eu no 1º singletrack
Eu no final do 2º singletrack, o tecnicamente mais fácil
Eu no final do 3º sigletrack, o mais longo e de longe o mais técnico. O que vale é que aqui não ia desmontado.
Vista sobre Montejunto

Foi bom voltar a pedalar na companhia do Aníbal, e de parte do pessoal de Loures, o Filipe, o Paulo Borges, o Gonçalo, o Álvaro.
Vista sobre Lisboa e o Tejo (embora a foto tenha fraca qualidade)
Obrigado Aníbal pela volta porreira, por esta manhã bem passada e vê se começas a correr menos e a pedalar mais.
Finalmente a vista sobre a Serra de Sintra

3º Passeio BTT - Panascos - 9 de Novembro de 2008

No dia após o encerramento da época competitiva e a convite do Sr. Ricardo Duque, desloquei-me aos Panascos para o 3º passeio de BTT daquela localidade.
Pela primeira em vez muito tempo, fui a um passeio apenas para pedalar um bocado, divertir-me e fazer companhia ao Duque, que anda há bastante tempo a tentar tomar uma decisão quanto à compra de uma bike.

No início do passeio decidimos sermos os últimos, mas não conseguimos. Os problemas técnicos de outros participantes ditaram que ficassem atrás de nós.

Em compensação optámos por não fazer nenhuma das distâncias propostas, pois o objectivo passou a ser controlar nos dois abastecimentos disponíveis.

O percurso tinha umas subidas interessantes, e um acumulado de 800 metros na versão 40 km’s, o que é um valor bastante interessante. Tive pena de não ter pedalado na parte que passava na zona da Ribeira de Codes, que ao que constava tinha umas descidas e subidas difíceis. Mas o dia não era para isso, pelo que fiz companhia ao Duque e a outro amigo dele, e não fiquei a perder, muito pelo contrário.

O 2º abastecimento deste passeio vai directamente para o top 3 dos abastecimentos de passeios e maratonas que fiz nestes anos que levo de BTT.
Quando chegámos ao local os membros da organização estavam a acabar de grelhar febras e entremeada, que combinadas com pão e tinto constituíram uma boa refeição.
Inclusivamente disse ao Duque que podíamos ficar ali, que não era preciso ir ao almoço. No entanto, essa pretensão foi imediatamente recusada, pois tínhamos a feijoada à espera.

O regresso a Panascos foi feito por estrada, felizmente que a BT da GNR não andava por ali, pois se tivéssemos de soprar no balão…

O almoço consistiu numa bela feijoada acompanhada por mais um tinto.
Este foi um passeio em que devo ter chegado ao fim mais pesado do que quando comecei.

Em resumo, foi uma manhã e início de tarde bem passado.
Gostava de deixar um agradecimento final ao Duque pelo convite e pela companhia e à A.R.C. Panascos pela organização deste evento.

Para o ano espero estar novamente presente.

Finalmente uma mensagem final para o Duque, para que compre finalmente a bike.