quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

26 de Dezembro 2008 - Raposa


Nestas mini férias de Natal a actividade de btt não cessou.
Assim e à semelhança de outros dias, efectuei com o pessoal de Santarém (tanta vez negligenciado nestas crónicas) mais uma volta na zona das Fazendas de Almeirim.
Esta é a única zona na região de Santarém que durante o Inverno não tem lama ou barro. Na nossa margem do Tejo, o terreno fica bastante enlameado, com algumas partes de barro que são terríveis, pois desgastam o material e dificultam muitíssimo a progressão.

Desta vez o percurso começou na Raposa, poupando assim cerca de 15 km’s de alcatrão. Para compensar estava um nevoeiro cerrado e uma temperatura a rondar os 0 graus.
O pequeno pelotão saiu em direcção ao alto das Fazendas de Almeirim, com uma subida de cerca de 4 km’s, relativamente suave, que permitiu sair do nevoeiro e aquecer (que pelo esforço físico, quer pelo sol).
Seguimos depois para o Laranjal, local obrigatório de abastecimento de vitamina C, tão do agrado do Tiago, que desta vez estava ausente.

Nuno Lima e João Nunes no "Laranjal"


Uma das partes preferidas do percurso é descida para o Vale da Lama, que é muito rápida, com areia, compacta nesta altura do ano, permitindo atingir velocidades altas.

O início do regresso à Raposa foi marcado por uma subida muito inclinada, curta e com piso irregular, que dificulta muito a nossa tarefa, mas que é um desafio interessante.

João Nunes, na subida mais complicado do percurso

O percurso de regresso foi marcado por alguns problemas técnicos, que incluíram uma corrente partida numa subida mais inclinada.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Mação - 8 de Dezembro de 2008

Nos feriados de Dezembro, voltei a Mação, desta vez para fazer uma volta com o Filipe, dado que o resto do pessoal do BTZ estava de férias.
Foi uma volta de exploração de novos trilhos, na zona do Vale da Abelha e Ortiga.

Foi uma manhã bem passada, nalguns casos literalmente a inventar caminhos.
Mais importante que as palavras ficam as imagens e os respectivos comentários:

O Chefe de fila contemplando os nossos meios de transporte. Estão limpas, não estão? Principalmente os pneus.
A Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha
A passagem da Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha

A Ribeira d' Eiras no Vale da Abelha


A Barragem de Belver, depois da descida da Torre Fundeira


O Tejo, junto à Ortiga


O Tejo visto da Ortiga


Ponto alto da volta: A Horta do Padeiro. Sem mais comentários...

Afinal as vacas estavam no prado. Não admira que a HP estivesse fechada e à venda

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Infantado - 23 de Novembro de 2008

Isto de não andar a fazer Maratonas e afins tem um lado positivo, que é o de termos tempo para fazer voltas mais calmas, a desfrutar dos trilhos e na companhia de amigos com quem nem sempre conseguimos pedalar.
Uma das descidas mais porreiras do percurso, bastante técnica
Assim, a convite do Aníbal desloquei-me ao Infantado (Loures), para fazer uma volta que prometia alguns dos melhores trilhos daquela zona.

O responsável por esta volta, o Aníbal

Foi em Loures, com o pessoal do Infantrilhos que eu aprendi muito do que sei hoje acerca do BTT. E ainda recordo, não propriamente com saudade, os empenos que apanhei lá há alguns anos atrás.
Vista sobre a Malveira e a Serra do Socorro, outro clássico das voltas de Loures
Vista para o lado de Loures

O Aníbal tem por motivos de falta de tempo deixado de andar de bike com tanta frequência, mas quando regressa, consegue mobilizar um autêntico pelotão de btt.
A foto do pelotão, desta vez com toda a gente.
Para o pessoal de Mação, calma, que eles aqui também têm uma Avessada.

O objectivo era seguir o percurso da volta de Lousa de 2008, à qual não compareci, pois nesse dia fiz a Maratona da Moçarria. Se soubesse o que sei hoje…

O percurso percorria alguns trilhos que já conhecia de outras voltas, mas fizemos 3 singletracks de alto nível, todos em descida.
Eu no 1º singletrack
Eu no final do 2º singletrack, o tecnicamente mais fácil
Eu no final do 3º sigletrack, o mais longo e de longe o mais técnico. O que vale é que aqui não ia desmontado.
Vista sobre Montejunto

Foi bom voltar a pedalar na companhia do Aníbal, e de parte do pessoal de Loures, o Filipe, o Paulo Borges, o Gonçalo, o Álvaro.
Vista sobre Lisboa e o Tejo (embora a foto tenha fraca qualidade)
Obrigado Aníbal pela volta porreira, por esta manhã bem passada e vê se começas a correr menos e a pedalar mais.
Finalmente a vista sobre a Serra de Sintra

3º Passeio BTT - Panascos - 9 de Novembro de 2008

No dia após o encerramento da época competitiva e a convite do Sr. Ricardo Duque, desloquei-me aos Panascos para o 3º passeio de BTT daquela localidade.
Pela primeira em vez muito tempo, fui a um passeio apenas para pedalar um bocado, divertir-me e fazer companhia ao Duque, que anda há bastante tempo a tentar tomar uma decisão quanto à compra de uma bike.

No início do passeio decidimos sermos os últimos, mas não conseguimos. Os problemas técnicos de outros participantes ditaram que ficassem atrás de nós.

Em compensação optámos por não fazer nenhuma das distâncias propostas, pois o objectivo passou a ser controlar nos dois abastecimentos disponíveis.

O percurso tinha umas subidas interessantes, e um acumulado de 800 metros na versão 40 km’s, o que é um valor bastante interessante. Tive pena de não ter pedalado na parte que passava na zona da Ribeira de Codes, que ao que constava tinha umas descidas e subidas difíceis. Mas o dia não era para isso, pelo que fiz companhia ao Duque e a outro amigo dele, e não fiquei a perder, muito pelo contrário.

O 2º abastecimento deste passeio vai directamente para o top 3 dos abastecimentos de passeios e maratonas que fiz nestes anos que levo de BTT.
Quando chegámos ao local os membros da organização estavam a acabar de grelhar febras e entremeada, que combinadas com pão e tinto constituíram uma boa refeição.
Inclusivamente disse ao Duque que podíamos ficar ali, que não era preciso ir ao almoço. No entanto, essa pretensão foi imediatamente recusada, pois tínhamos a feijoada à espera.

O regresso a Panascos foi feito por estrada, felizmente que a BT da GNR não andava por ali, pois se tivéssemos de soprar no balão…

O almoço consistiu numa bela feijoada acompanhada por mais um tinto.
Este foi um passeio em que devo ter chegado ao fim mais pesado do que quando comecei.

Em resumo, foi uma manhã e início de tarde bem passado.
Gostava de deixar um agradecimento final ao Duque pelo convite e pela companhia e à A.R.C. Panascos pela organização deste evento.

Para o ano espero estar novamente presente.

Finalmente uma mensagem final para o Duque, para que compre finalmente a bike.

Maratona Festival Bike - Santarém - 8 de Novembro de 2008

Finalmente tinha chegado o dia da Maratona do Festival Bike.
Não só porque a época já ia longa e esta seria a minha última Maratona da época, mas também pelo facto de ser a única que se realiza em Santarém.

O grupo de amigos que marcou presença neste evento foi bastante extenso.
Do BTZ Mação estiveram presentes eu e o João Almeida nos 80 km’s e o Filipe nos 40 km’s. O Agostinho não pode estar presente, tendo sido “substituído” pelo Ricardo Madeira.
Do grupo das 24H veio apenas o José Pereira e de Santarém participaram o Nuno Lima, o Tiago Nunes e o João Nunes. O Bri infelizmente não pode participar.

O Nuno Esteves. Desta vez como assistente técnico

A Maratona tinha cerca de 2.000 participantes, fazendo com que a partida fizesse lembrar Portalegre.
Após a partida efectuávamos a habitual subida em alcatrão para Santarém, que deu logo para começar a aquecer e a “partir” o pelotão.
A entrada em trilho, embora não definitiva, ocorria no final da Zona Industrial e chegada à Quinta do Mocho. Esta era uma das zonas onde dava para ver uns metros mais adiante a fila de atletas a percorrer as primeiras subidas. Esta é uma das imagens que não esquecerei desta maratona.


O nosso Chefe de Fila em grande estilo
Depois da passagem pelo Grainho, voltámos a reentrar no trilho negro, até aos Casais do Mata-o-Demo. A partir dai seguíamos para o Secorio, com uma subida muito curta, mas no meio de uma vinha, onde tive de desmontar devido ao facto de o pessoal que ia à minha frente não saber como abordar aquela subida.
Com a subida para a Vila Nova da Babeca o percurso entrava naquela que para mim era a parte mais interessante, com as subidas mais difíceis e que seriam comuns aos 2 percursos.

Não se preocupem a aterragem correu bem. Depois ensino-vos como se faz

Na subida para a Póvoa do Conde o Filipe, que tinha partido um pouco mais atrás, finalmente alcançou-me, mas por pouco tempo, pois nesta altura segui na roda do Ricardo Madeira durante alguns km’s, pois ele ia com um ritmo fortíssimo.

Com um equipamento destes querem o quê? O José Pereira ao mais alto nível

Na descida para a Ribeira de Alcobertas, era novamente possível ver os atletas que se encontravam já a subir para os Casais Porto de Oliveira. Mais uma imagem memorável, e senti algum orgulho, por ter sido um dos responsáveis (juntamente com o João Almeida) por a Maratona passar naquele local.

A subida para os Casais Porto de Oliveira, não é muito longa, com cerca de 1 km (típica subida da região de Santarém), mas tem uma inclinação significativa e um início cheio de pedra solta, que dificulta a tracção, o que a torna tecnicamente desafiante.
A descida para o Calhariz, paralela à A15 foi feita a mais de 60 km’s, pois não apresenta grandes dificuldades, exceptuando a curva final, onde alguns participantes ficaram indecisos entre seguir pelo estradão ou entrar pela vegetação a dentro, pois iam lançados.
Na subida para a Azambujeira estava bastante pessoal a assistir à prova, parecia as etapas da Serra da Estrela da Volta a Portugal, com os adeptos a incentivar os atletas. Apesar disso, foi nesta fase que perdi o contacto com a roda do Ricardo, pois tinha de tentar baixar um pouco o ritmo cardíaco.
Tentei assim encontrar um grupo que tivesse um ritmo interessante, e consegui, mas infelizmente esse grupo uns km’s mais à frente, nos Casais do Paul, seguiu para o percurso dos 40 km’s, deixando-me sozinho.

Nuno Lima, sempre a marcar o ritmo

Consequentemente tentei manter um ritmo o mais constante possível pois estava-mos quase a entrar na fase mais plana do percurso, ou seja, aquela de que tinha mais receio, pois é o terreno onde sou mais fraquinho.
Depois de passarmos em Almoster, ainda fizemos mais umas subidas complicadas, não pela distância, mas pela inclinação, na zona de Casais de Santa Maria, Vila Nova do Coito e Quinta da Matinha.
Nesta fase do percurso começávamos a fazer o regresso a Santarém, quase sempre em terreno plano, mas em ritmo muito elevado, sem grande hipótese de repousar, pois seguia num grupo pequeno. Para compensar passei a ter companhia das cãibras.

Se tivessem com cãibras, queria ver a vossa cara

No Alto do Vale de Santarém fomos presenteados com o tipo de terreno característico daquela zona, parecia uma etapa do Dakar, com o pessoal a atascar nas areias do deserto. Eu como ia com cãibras, ia a sofrer como o caraças, pois em areia tem de se pedalar com elevada cadência, o que me custava bastante.
Como se não bastasse a areia ainda tivemos de fazer uma subida de 100 metros, na zona das condutas da EPAL no Vale de Santarém, que tem uma inclinação terrível.
Depois foi quase sempre a rolar até ao CNEMA, em sofrimento, mas ansioso por terminar. De consolação servia passar por muito pessoal dos 40 km’s que iam bastante pior que eu.

No final consegui terminar em 78º lugar (sendo que o ano passado havia sido 6º) a menos de uma hora do 1º classificado.
O João Almeida foi 231º pois optou por fazer uma versão lazer da Maratona da companhia de um amigo.
O Filipe foi 103º nos 40 km’s.
O Ricardo em substituição do nosso Velhinho, foi penalizado por não ter feito a distância para qual estava inscrito, mas acabou à minha frente.

O Grande José "Mota" Pereira, o novo seleccionado nacional


De destacar ainda o 65º lugar do José Pereira a comprovar o nível altíssimo que demonstrou este ano.
O Nuno Lima foi 112º, o Tiago Nunes 136º e o João Nunes 137º, também com boas prestações.

No final da Maratona seguiu-se o almoço na companhia do José Pereira.
Depois uma vistoria às máquinas que estavam em exposição no Festival Bike, na companhia adicional do Sérgio, do José Carlos, do Filipe e do Orlando.
É com algumas fotos dessa visita que encerro esta crónica:


A bike mais bonita da Especialized


A Especialized tinha uma pista para os mais pequenos poderem fazer o gosto ao pedal. Neste caso quem sai aos seus..... Ponham os olhos nesta miúda, pois vê-se que tem os genes do pai.

Por mais que tentem não posso deixar de classificar a nova Epic como feia

Estes italianos sabem fazer bikes, mesmo que sejam de estrada.

Idem

Esta bike é muito porreira, e não precisam de mudar o quadro todos os anos

Uma das sensações de 2008

Sem comentários

Sem comentários parte II

Vinda directamente dos Jogos Olímpicos de Pequim

Só faltava estes meninos pedirem uma destas ao Pai Natal...

Santarém - 19 de Outubro de 2008

Na preparação para mais uma Maratona do Festival Bike de Santarém, convidei alguns amigos para pedalarem nos belos trilhos de Santarém e assim ficarem a conhecer o percurso dos 40 km’s.
De realçar o facto de o Filipe e o Agostinho terem respondido afirmativamente à chamada, coisa nunca vista, pois finalmente passaram a distância mítica de 60 km’s à volta de Mação da qual habitualmente nunca saem. Compreende-se, pois quem tem os Bandos à porta não precisa de ir para outras paragens para ter adrenalina à séria.


O nosso Velhinho na sua 1º aparição em Santarém

Presentes estiveram também o José Carlos, o José Pereira e o Sérgio, que por esta altura andavam com um andamento de campeões, embora apenas o José Pereira participasse na Maratona.
Do grupo de Santarém com quem costumo pedalar apenas esteve presente o Tiago Nunes.

A volta efectivamente começava mais ou menos ao km 15, na subida para Vila Nova da Babeca, infelizmente alcatroada pelo Presidente da Câmara de Santarém Sr. Moita Flores, que a um ano das eleições resolveu começar a colocar macadame em tudo o que é estradão de terra batida no concelho.
Depois da passagem pela A15, nova subida, junto à Pista de Motocross da Moçarria, sendo que nesta altura o Filipe e o Agostinho apenas perguntavam onde estavam as subidas, pois estão muito mal habituados.
Esta fase do percurso é para mim a mais interessante, com a descida da Póvoa do Conde até à zona da Ribeira das Alcobertas, que para mim é das mais bonitas de toda a região.
Após a passagem da Ribeira tinha início aquela que é para mim a subida mais difícil de todo o percurso para os Casais Porto de Oliveira, sendo que nesta fase o José Pereira resolveu seguir sozinho num ritmo fortíssimo.
Após reagruparmos o grupo seguimos por uma descida espectacular, paralela à A15, que é feira a fundo, a cerca de 60 kms/h.

Do programa de festas constava ainda a subida à Azambujeira, com cerca de 700 metros, e que consiste em duas paredes praticamente seguidas, sem grande espaço de recuperação.
Nesta aldeia parámos para abastecimento e seguimos em direcção aos Casais do Paul.

O Sérgio e o Tiago na paragem para reabastecimento

Após a passagem pelos Casais do Paul, passámos no sigletrack de Almoster, que não constou do percurso da Maratona, mas que é um dos melhores de toda a região.
Finalmente dirigimo-nos para Santarém, que o Filipe e o Agostinho ainda tinham de regressar a Mação e já se começava a fazer tarde.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Palmela - 18 de Outubro de 2008

Uma semana depois da Póvoa do Varzim, voltei a pedalar com o José Pereira e o José Carlos, desta vez em Palmela.
Também presentes estiveram o Sérgio e o Ricardo Madeira (que fez connosco a Grande Rota das Aldeias Históricas).

O José Pereira, desta vez foi o nosso guia na zona da Arrábida, que viemos a comprovar, é espectacular para a prática do btt. E foi um guia de alto nível. Ele tem jeito para a coisa.

Começamos nas encostas do Castelo de Palmela, num singletrack espectacular, não muito técnico, mas sempre a subir e descer.
Como neste fim de semana comemorava um ano sobre a fatídica queda que me levou a estar uma temporada no estaleiro, resolvi dar um valente tralho, com direito a mortal, mas a aterragem não foi de pé e uns arbustos amparam a queda.

Depois do singletrack subimos para Palmela, por um estradão, chamado a Cobra, e depois seguimos para uma das Serras da zona de Palmela, onde passámos em mais alguns singletracks, desta vez já com alguma pedra à mistura.
Na parte final desta serra apanhámos um sigletrack designado por Fio Dental, pois é bastante estreito, sempre ao longo de uma encosta. Tal como o outro, espectacular.

Depois entrámos na Serra da Arrábida propriamente dita, com estradão e algumas subidas mais extensas e complicadas. No final mais alguns singletracks, desta vez no meio da vegetação densa, com algumas descidas bastante complicadas, com o terreno irregular, mas espectaculares.

A 3ª parte da nossa viagem foi na Serra junto à cimenteira do Outão, com mais umas subidas complicadas e singletracks q.b. no meio de vegetação.
No regresso, tivemos uma subida que tinha brita solta que nunca mais acabava, e era literalmente um calvário. Inclusivamente estava cheia de artefactos religiosos que simbolizavam o calvário. Mas a vista sobre Setúbal e Tróia era espectacular.

Vista sob Tróia e a foz do Rio Sado
Já vimos que é Tróia, não era preciso apontar
A parte de trilho da volta terminou numa zona junto ao mar, na foz de uma ribeira e onde há um parque de merendas.
O regresso a Palmela foi por alcatrão, passando por Setúbal.
A subida final para Palmela foi novamente pela Cobra, tendo ficado para trás, enquanto o Sérgio e o José Pereira iam num ritmo diabólico com o José Carlos e o Ricardo um pouco mais atrás.

No final o meu comentário para o nosso guia, o José Pereira, foi que melhor que aquilo que fizemos naquela manhã, só uma mulher, ou então várias.
Foi uma volta espectacular, e como diria o saudoso Padre Ramiro: “ Assim vale a pena.”